Ramón, ou ilustração a “Dos viejos comiendo sopa”, de Goya

“Sufoca. Calor de florestas equatoriais. A luz, não se sabe bem por onde sai. É brilho cansado e amarelado largando-se lânguido. Desistiu, de certo, de qualquer fuga. Há o tinir constante da colher no pote: metal, barro e eco gasto de cotidiano, memória, mas ação. Solta – o outro – palavras escassas a Ramón. Ramón, que ignora o mundo. Ramón, que deixa o repousar da mosca longa sob a ponta da pouca cabeça. Apenas Ramón e o resto de sopa.”

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