“Quando eu contar até três”, de Lucas M. Carvalho

“Percebi que já era para estarmos em casa há muito tempo… Levantei a cabeça, as pessoas estavam nervosas. (suspiro) Perguntei pra minha mãe o que estava acontecendo. Ela disse que era só um problema no trem, e que logo voltaria a andar. (a voz falha, trêmula). Eu… Aconteceu tanta coisa. Sabe quando você sonha, sabe que sonhou, parece que foi ontem, mas não consegue lembrar direito? É como se tivesse uma névoa escurecendo a lembrança?  (respiração ofegante)(silêncio de oito segundos)”

Poucas semanas após a divulgação do caderno de P., um post de um usuário anônimo chamou à atenção no “Conspiracy”. Ele alegava trabalhar com seguros e disse que, havia sido convocado para inventariar um consultório que fora incendiado na Zona Sul do Rio. Livros, material eletrônico, móveis, tudo, segundo ele, estava em cinzas. Dentro, contudo, de um gravador algo obsoleto, ele encontrou uma fita intacta. O conteúdo, ele afirma, é uma sessão de terapia de uma das vítimas do “Incidente Glória” e foi transcrito na íntegra por Lucas M. Carvalho, dando início a série de relatos sobre o peculiar evento ocorrido nos metrôs cariocas há três anos.

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