O horror e as novas tecnologias

Não é fácil escrever histórias de horror. Essa frase parece um contrassenso quando observamos a quantidade de filmes do gênero que todo ano inundam as telas do cinema – fora toda a produção underground que não alcança o grande ecrã. Tal fato se deve, em parte, à facilidade que se encontra em produzir-se obras comContinuar lendo “O horror e as novas tecnologias”

“A pedra da tristeza”, por Luciano Cabral

“foi quando a mãe percebeu que no lugar onde o filho sempre sentava pra esperar o pai, tinha uma pedra, a pedra tinha a forma e o tamanho do menino dela como quando ele sentava bem ali, ninguém conseguiu arrancar a pedra de lá, era pesada, teimosa demais, batizaram de pedra da tristeza” Houve umContinuar lendo ““A pedra da tristeza”, por Luciano Cabral”

“Um império cai, um soldado retorna”, de Pedro Sasse.

“Fileiras e fileiras preenchidas por iludidos. Iludidos que crescem e aprendem a apertar o gatilho e fazem o trabalho que antes as máquinas faziam… elas… elas e os clones tinham uma desculpa pelo menos, eram programados para aquilo… qual a sua desculpa pra puxar o gatilho, Nar? Que história bonita você conta pra si mesmoContinuar lendo ““Um império cai, um soldado retorna”, de Pedro Sasse.”

5 Viagens no Tempo com 5 Filmes Pouco Conhecidos

Hoje, o Poligrafia traz uma lista com cinco filmes – pra assistir antes de morrer –  de uma temática, muitas vezes, favorita dentro da ficção científica: viagem no tempo. A lista poderia ser maior, mas o objetivo aqui é fugir dos clássicos e focar nas produções mais recentes (e talvez menos conhecidos). Para aqueles queContinuar lendo “5 Viagens no Tempo com 5 Filmes Pouco Conhecidos”

“Jade não gosta de mentiras”, por Lucas M. Carvalho

“- Desde que larguei Hogwarts, no sexto ano, tenho dedicado minha existência a aplicar golpes. Digamos que eu tenha descoberto um talento peculiar para essas coisas. Atuei durante quase vinte anos. Juntei enormes fortunas, mas perdi tantas quantas, porque quando se escolhe essa vida, não é incomum nos metermos em terríveis enrascadas… Há quinze anosContinuar lendo ““Jade não gosta de mentiras”, por Lucas M. Carvalho”

Myst e a arte de escrever mundos

No meu último post, eu trabalhei com narrativas ramificadas e citei o jogo Myst como exemplo. Ainda que não siga exatamente a estrutura dos jogos de narrativa ramificada, o mundo aberto, a possibilidade de explorar histórias internas ao jogo e os múltiplos finais me levou a citá-lo. Apenas uma menção curta a Myst, no entanto, é um desperdício, logoContinuar lendo “Myst e a arte de escrever mundos”

Life is Strange e as narrativas interativas

(Aviso: esse post pode conter spoilers) Há algum tempo, a Square Enix decidiu investir em um projeto bem diferente de outros jogos da empresa: Life is Strange. Com jogabilidade bem restrita, gráficos simples, trilha sonora de post-rock bem leve, o jogo foi, contudo, muito bem recebido pela comunidade. Life is Strange narra a vida de Max (Maxine)Continuar lendo “Life is Strange e as narrativas interativas”

Caixas de Sobra – Season Finale

[Ainda não leu os episódios anteriores? Clique aqui] No auditório, ainda no primeiro piso, Passos viu de soslaio a palestra ministrada pelo vendedor platinum A para novos integrantes. O esquema em pirâmide, produtos cosméticos, eletrônicos, dietéticos. Programas de fidelidade, acúmulo de pontos. O palestrante contava como quadruplicou o salário em dez anos. A acústica doContinuar lendo “Caixas de Sobra – Season Finale”