“Carne de Bicho, Carne de Gente”, por Luciano Cabral

“Rebeca nota o rosto úmido do filho, “Davi estava chorando?”, seca suas lágrimas com a bainha da blusa, “estava”, “por quê?”, “fome, como todos nós”, as duas entram na cozinha, Bartolomeu pega o cachimbo que havia deixado na poltrona, dá uma tragada e vai sentando vagarosamente na poltrona, “eles vão dar um jeito, como sempre,Continuar lendo ““Carne de Bicho, Carne de Gente”, por Luciano Cabral”