Poligrafia Revista – Ed. 04

A quarta edição do Poligrafia Revista já está disponível. Nesse número, trazemos cinco narrativas sobre o comportamento humano em uma situação extrema. Abordando uma mesma situação de confinamento em um misterioso acidente de metrô, nossos cinco autores desenvolvem suas narrativas abordando diferentes perspectivas do evento. Há ainda mais cinco episódios do Caixa de Sobras, nosso folhetim digital,Continuar lendo “Poligrafia Revista – Ed. 04”

“Saída de emergência”, por Jonatas T. Barbosa

“O ruído das caixas de som dessa vez viera agudo, quase inaudível. Todavia, ele compreendera bem a mensagem, o sinal. Nada havia começado ainda. Era apenas um prelúdio. Um círculo familiar onde fim precedia o princípio. Um túnel aberto. Atravessava o tempo e o espaço, dentro e fora de sua mente. O caminho direto paraContinuar lendo ““Saída de emergência”, por Jonatas T. Barbosa”

“Momentos felizes que foram devorados”, de Luciano Cabral

“não lembro de alguém ter saído ou entrado no vagão quando o metrô parou no Catete, acho que eram os mesmos passageiros, o que me vem à mente são sempre os mesmos passageiros, os mesmos rostos, eles fingem que não lembram de mim mas eu lembro de cada um deles, daqueles que permaneceram até oContinuar lendo ““Momentos felizes que foram devorados”, de Luciano Cabral”

“Fodase!”, de Gabriel Sant’Ana

“Palavrão arranhado no assento, próximo às pernas, sinal emblemático da posição em que o corpo tenta reorganizar suas forças desestabilizadas, nesta posição as mãos apoiam a cabeça para que não sofra tanto com a pressão da gravidade da situação, e também as mãos que se sustentam ao contato sofrível dos cotovelos sobre a calça, nesteContinuar lendo ““Fodase!”, de Gabriel Sant’Ana”

“Quando eu contar até três”, de Lucas M. Carvalho

“Percebi que já era para estarmos em casa há muito tempo… Levantei a cabeça, as pessoas estavam nervosas. (suspiro) Perguntei pra minha mãe o que estava acontecendo. Ela disse que era só um problema no trem, e que logo voltaria a andar. (a voz falha, trêmula). Eu… Aconteceu tanta coisa. Sabe quando você sonha, sabeContinuar lendo ““Quando eu contar até três”, de Lucas M. Carvalho”

Polistórias: Confinamento

Durante as nossas postagens de contos de Crime, convocamos nossos leitores para que nos ajudassem a eleger a temática do próximo ciclo. Agradecemos a todos que participaram e votaram. Mas, infelizmente, eventos recentes fazem alterar o nosso cronograma. Novas descobertas sobre um misterioso caso ocorrido há três anos no metrô carioca obrigam-nos a abordar o episódio que ficou conhecido como Incidente Glória. NoContinuar lendo “Polistórias: Confinamento”