“M.N.”, por Gabriel Sant’Ana.

“Uma forte emoção faz vibrar Manuela. As imagens borradas de sua infância vão se desembaraçando. Inconsciente, sua mão desliza sobre as cicatrizes da nuca e das costas. Não foram pela queda da bicicleta ou do balanço quando tia Ilda a levava ao parquinho da praça… Não poderiam ser.” Após o intrigante caso conspiratório alemão deContinuar lendo ““M.N.”, por Gabriel Sant’Ana.”