Sem Técnica, Tornar-se Escritor é Pseudo-Objetivo

Venho por algum tempo defendendo que, pra se tornar escritor, é preciso dominar as técnicas narrativas – isso porque nem preciso mencionar que é necessário, antes de tudo, ser criativo. A mais básica dessas técnicas é saber ler e escrever. E isso inclui dominar ortografia, pontuação, coerência, coesão e conhecimento de mundo (ainda que sejaContinuar lendo “Sem Técnica, Tornar-se Escritor é Pseudo-Objetivo”

Concursos literários abertos

Vivemos uma época curiosa no meio literário: mais do que nunca, há, hoje, oportunidades para que todos os aspirantes a escritor coloquem suas ideias no papel, divulguem e publiquem. Ao mesmo tempo, o fenômeno dos best-sellers e o fortalecimento das megalivrarias torna nossa época uma das mais cruéis ao novo escritor. Paradoxal a primeira vista, aContinuar lendo “Concursos literários abertos”

O que nos faz escrever bem: inspiração ou técnica?

por Luciano Cabral   A pergunta que faço hoje tem origem numa dicotomia instigante, embora espinhosa: escrever bem é fruto de inspiração ou técnica? Ou posso perguntar, mais filosoficamente, deste modo: nascemos escritores ou nos tornamos escritores? No poema Theogonia, de Hesíodo, as Musas são personificações da memória absoluta (por transmitirem o passado) e daContinuar lendo “O que nos faz escrever bem: inspiração ou técnica?”

Projeto Poliscrito

A ideia do Projeto Poliscrito funde dois princípios que inegavelmente fazem parte da produção contemporânea de ficção: a narrativa seriada, popularizada principalmente através das séries de tv (mas também populares na forma de novelas, quadrinhos e até alguns jogos narrativos modernos como Life is strange); e a narrativa coletiva, em que diferentes autores se intercalam naContinuar lendo “Projeto Poliscrito”