“Espiral amarela”, por Pedro Sasse

“Seus dedos ingênuos passeiam pelo material orgânico, deixando marcas no chão. Aquilo lhe dá enorme prazer. A descoberta do poder criativo. Faz sucessivos riscos no chão. É capaz de romper a uniformidade do mundo com apenas um dedo. Alguém chega e carrega-o para longe de sua obra. Mas está consumado. Refinou por anos seu prazer.Continuar lendo ““Espiral amarela”, por Pedro Sasse”