“Tollebat citharam (I Sm 16, 23)”, por Gabriel Sant’Ana

dedilhava delicadamente de Saul a cítara e o sentimento recedendo o outro espírito ressentido rasgando ao sair com garras a pele pelo sumo divino esquecida leves ficando os humores por dedos leves assovios harmônicos impaciente e grave rosto brando e suave formando antipático demônio de traços grosseiros incitando à diva aversão cítara pesado corpo real sacolejaContinuar lendo ““Tollebat citharam (I Sm 16, 23)”, por Gabriel Sant’Ana”

“A magnífica obra de P. Descarte”, por Pedro Sasse

“Quando recebi o telegrama oficial com o pedido da então Secretaria de Cultura, devo admitir, fiquei deveras surpreso. Minha reação primeira, aquela que se nos vem direto do peito, foi negar. Quase cheguei a rasgá-lo, crendo-o fruto da maior alucinação que o poder pode levar a esses recém-formados governos. Um copo de um bom maltadoContinuar lendo ““A magnífica obra de P. Descarte”, por Pedro Sasse”

Concursos Literários I

Se para Emily Dickinson, o desejo de escrever não era necessariamente seguido do desejo de tornar público, para muitos escritores, há algo que importa tanto quanto a invenção de uma boa história: poder publicá-la. É assim que os concursos literários tornam-se locais mais que apropriados para divulgar a escrita criativa. E dois destes concursos estão com inscrições abertas até o fimContinuar lendo “Concursos Literários I”