Analepses

Analepses é um projeto que mistura fotografia e literatura e se desenvolve, primariamente, no Instagram.

Através de imagem e texto, é contada a história não-linear de dois personagens ficcionais, Jonas e Karen, através de diferentes anos.

A origem do nome remete ao grego analépsis, que significa recuperação. Em literatura, se refere a uma volta no tempo, ao relato de fatos ocorridos previamente em uma narrativa. Um flashback.

E são através desses pequenos flashbacks, esses momentos temporais diversos, que a história é contada e ficamos sabendo mais sobre os dramas dos personagens e o relacionamento de ambos.

A proposta do conto Analepses – Cartas para o futuro é revelar um pouco mais sobre Karen, em cartas que ela escreve a cada quatro anos, no dia 29 de fevereiro, o dia do seu aniversário.

Ainda que você não conheça o projeto, a ideia deste conto é mostrar as mudanças na vida de uma pessoa, desde o final da infância até a idade adulta. Seus sonhos, desilusões, medos, frustrações, memórias e paixões.

De qualquer forma, fica o convite para acompanhar o desenrolar dessa trama no Instagram e nas redes sociais em que Analepses também está presente, como Facebook, Twitter e Medium.

Saiba mais em www.analepses.com

Projeto Poliscrito

Typewriter, por Scott L. Kho. (Disponível em: http://scottkho.deviantart.com/art/Typewriter-18164671)

A ideia do Projeto Poliscrito funde dois princípios que inegavelmente fazem parte da produção contemporânea de ficção: a narrativa seriada, popularizada principalmente através das séries de tv (mas também populares na forma de novelas, quadrinhos e até alguns jogos narrativos modernos como Life is strange); e a narrativa coletiva, em que diferentes autores se intercalam na escrita de uma mesma obra, marcando-a com seus próprios estilos, enfoques e enredos.

Dessa forma, desejamos com o Projeto Poliscrito, produzir narrativas longas (sem um encerramento previsto) que serão semanalmente postadas no blog. Cada episódio dessa narrativa é escrito por um dos membros do blog, que se alternam em uma ordem estabelecida para manter a maior distância entre os estilos de escrita. Com o tempo, conhecendo como cada um de nós escreve, será possível ver formar-se um ritmo próprio da narrativa, que oscilará entre escritas memorialistas, fluxos de pensamento, ação, suspense e violência.