“Fodase!”, de Gabriel Sant’Ana

“Palavrão arranhado no assento, próximo às pernas, sinal emblemático da posição em que o corpo tenta reorganizar suas forças desestabilizadas, nesta posição as mãos apoiam a cabeça para que não sofra tanto com a pressão da gravidade da situação, e também as mãos que se sustentam ao contato sofrível dos cotovelos sobre a calça, nesteContinuar lendo ““Fodase!”, de Gabriel Sant’Ana”

“Quando eu contar até três”, de Lucas M. Carvalho

“Percebi que já era para estarmos em casa há muito tempo… Levantei a cabeça, as pessoas estavam nervosas. (suspiro) Perguntei pra minha mãe o que estava acontecendo. Ela disse que era só um problema no trem, e que logo voltaria a andar. (a voz falha, trêmula). Eu… Aconteceu tanta coisa. Sabe quando você sonha, sabeContinuar lendo ““Quando eu contar até três”, de Lucas M. Carvalho”