Especial “Tempo(s)”

Clique aqui para baixar a versão para PC Clique aqui para baixar a versão para celular Tempo(s) Todos esses meses encerrados em casa pela quarentena nos faz pensar sobre a passagem do tempo. Enquanto os dias passam lentos e se esticam entre livros e lives, os meses voam sem os eventos que normalmente ancoram nossaContinuar lendo “Especial “Tempo(s)””

Star Wars: uma space opera

O universo da ficção é repleto de gêneros e subgêneros. Desde Aristóteles, quando os gêneros principais eram o épico, lírico e dramático, com suas funções e seus temas, sempre houve o desejo de criar categorias. Suponho que isso faça parte da necessidade humana de dominar aquilo que estuda, de subjugá-lo através do nome.  A partirContinuar lendo “Star Wars: uma space opera”

Quer uma dica sobre o que assistir neste fim de semana? Experimente “Ares”.

por Lucas Carvalho As distopias têm passado por maus tempos. Com a recente popularização do gênero, inclusive entre o público adolescente, não surpreende nos depararmos com títulos que abordam “temas profundos”, mas não conseguem nem de longe causar o impacto que pretendem. Na indústria estadonidense, por exemplo,  são poucas as produções de distopias que realmenteContinuar lendo “Quer uma dica sobre o que assistir neste fim de semana? Experimente “Ares”.”

5 Viagens no Tempo com 5 Filmes Pouco Conhecidos

Hoje, o Poligrafia traz uma lista com cinco filmes – pra assistir antes de morrer –  de uma temática, muitas vezes, favorita dentro da ficção científica: viagem no tempo. A lista poderia ser maior, mas o objetivo aqui é fugir dos clássicos e focar nas produções mais recentes (e talvez menos conhecidos). Para aqueles queContinuar lendo “5 Viagens no Tempo com 5 Filmes Pouco Conhecidos”

A Chegada (2016)

Quebrando a expectativa dos filmes de invasão alienígena produzidos até então, A Chegada, dirigido por Denis Villeneuve, não se detém em cenas de caos e de reações histéricas frente à ameaça. Pelo contrário, os acontecimentos são tratado de forma sutil e pessoal, sob a perspectiva da doutora Louise Banks (Amy Adams), uma linguista renomada contactadaContinuar lendo “A Chegada (2016)”

SOMA e a ontologia da humanidade

Aviso: esse post pode conter spoilers. A primeira vez que eu olhei o título do jogo ainda em um anúncio de produção, como leitor dos clássicos da distopia, não pude deixar de associá-lo à antológica obra de Huxley, Admirável Mundo Novo. Nela, penetramos em uma sociedade que conquistou, ainda que de forma questionável, um estágio utópicoContinuar lendo “SOMA e a ontologia da humanidade”

“Dupla Fenda”, por Lucas M. Carvalho

“Precisava decidir. Cabia a ele, o alfa, escolher se seguiriam para a terra verde ou se desceriam o rio. Em direção à terra verde poderiam desfrutar de animais e sombra. Pelo rio teriam água e peixes. Não sabia em qual dos dois haveria predadores. Não sabia em qual dos dois haveria bandos hostis. Neste momento,Continuar lendo ““Dupla Fenda”, por Lucas M. Carvalho”

“Ovelhas elétricas”, por Luciano Cabral

“é possível notar alterações na cor da pele do rosto e do pescoço principalmente, o corpo humano também produz secreções, a mais importante a se imitar, porque mais visível, é o suor, que comprova o esforço físico dispensado ao ato, o suor é o elemento que atesta a veracidade da energia dispensada, a quantidade eContinuar lendo ““Ovelhas elétricas”, por Luciano Cabral”

“I.H.P.I.H.P”, por Gabriel Sant’Ana

“As atuais pesquisas do Instituto de Progressos Educativos determinam que sejam desenvolvidas competências cognitivas e socioemocionais, sendo necessária uma reformulação dos currículos, grades de horários, arquitetura físico-mental dos equipamentos escolares. Fica determinado o fim do uso da palavra “escola”. Todos os espaços deverão ser responsáveis pelo desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos cidadãos, de acordo comContinuar lendo ““I.H.P.I.H.P”, por Gabriel Sant’Ana”

“Tesseract”, por Jonatas T. Barbosa

“Não consegue ver bem o próprio rosto. Respira fundo. Conduz a navalha, observando os borrões de pasta de dente. Encosta o fio à altura da garganta. Quando eleva o pulso, a lâmina escorrega. Ele ajustou mal o barbeador. A navalha está solta. Não sente dor a princípio. Mas se assusta quando põe o dedo eContinuar lendo ““Tesseract”, por Jonatas T. Barbosa”