O Surreal Faz, Não Faz, Faz, Não Faz Sentido

por Luciano Cabral Quando chamamos algo de surreal costumamos associá-lo ao bizarro, ao incomum, ao estranho e ao incoerente. Olhamos, muitas vezes, de modo torto para narrativas que não possuem uma sequência lógica. E o próximo passo é, quem sabe, deixar o texto de lado. Acontece que certos escritores, principalmente no início do século passado,Continuar lendo “O Surreal Faz, Não Faz, Faz, Não Faz Sentido”